Boa noite!
Está escrito no céu
Simples como as tribos dos nus
Que amam em olvidos
Soletrando existências
Simples – carne dentro da carne
Dentro do mundo
Sobre esteira, palavras
E estrelas são sinônimos fraternos
Orientando peles cruas
Nas leituras de cometas planetas asteroides,
As imperfeições dos corpos
Têm seus espíritos afastados
Pelos líquidos das entranhas
E os sexos comemoram com fogo
Línguas de fogo
Sol da meia noite labaredas lótus
Digna é a boa noite que,
Enquanto há premeditações cruéis
Pelas ruas, nasce fora da lei
Brutal dos homens vestidos