segunda-feira, 29 de abril de 2013

Quando Eu Crescer





Ainda sou esta coisa brutal,
Mas logo cresço e
Serei criança que,
De tão mínima,
Passará despercebida
Entre as grades adultas
Das casas
Da bruxa e do lobo mau

6 comentários:

Malu Silva disse...

Sim, crescer é causar dores, mas que são necessárias para todos nós. De uma coisa tem razão, que as bruxas passem despercebidas!
Beijinhos

Caroline Godtbil disse...

Escapando sempre... de si mesmo!
Beijos, Ira.

Tania regina Contreiras disse...


Deveríamos sempre pensar: quando eu crescer, quero ser criança!

Janice Adja disse...

Palmas!!!

Eleonora Marino Duarte disse...

ínfima, íntima, finalizada, infinita. as duas em uma, a Única!

gosto da sua poesia, gosto, gosto e gosto.

um beijo, querida.

eurico portugal disse...

quantas idades, gente e brilhos ocasionais nos habitam neste percurso em direção ao reverso dos rostos?
maravilha este jogo entre o que em nós, sendo grande, se faz mínimo e vice-versa!

beijinho!